menu
São Paulo - SP | Whatsapp: 11966761536
administrador
São Paulo - SP
POLÍTICA
POLÍTICA
POLÍTICA
POLÍTICA
Postada em 12/02/2018 ás 12h17 - atualizada em 12/02/2018 ás 12h17
Marinho quer arquivar projetos de custeio e vetar emendas à Lei trabalhista
Assunto tem sido debatido até durante o carnaval
Marinho quer arquivar projetos de custeio e vetar emendas à Lei trabalhista

Relator da reforma trabalhista de Temer é execrado em manifestação sindical

O sindicalismo recebe mais um presente de grego do Congresso. O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da reforma trabalhista de Temer, apresentou requerimento à Mesa Diretora para que todos os projetos e iniciativas que versem sobre custeio sindical sejam arquivados. Ele quer, na prática, impor à Lei 13.467/2017 a lógica dos decretos-leis da ditadura. Ou seja, transformar a lei em decreto-lei inalterável e, digamos, “imexível”.



Com sua iniciativa, Requerimento 7.805/17, já deferido pela Mesa da Câmara, o tucano quer exterminar 145 projetos de lei ordinária e um projeto de lei complementar. Até o projeto do senador Paulo Paim (PT-RS) entra na faca - PL 6.706/09 (depois PLS 177/07). Ou seja, Marinho tenta matar todos os projetos anteriores e todos os posteriores à aprovação da lei trabalhista de Temer.



Diap - Agência Sindical ouviu Antônio Augusto de Queiroz (Toninho), diretor do Diap. Ele comenta: “O que Rogério Marinho quer é interditar o debate sobre matérias de amplo interesse e, na prática, cercear a própria liberdade de o Parlamento decidir sobre esses temas”. Segundo Toninho, o pedido de arquivamento, já, não é usual, porque geralmente os arquivamentos ocorrem em final de legislatura, o que não é o caso.



A orientação do diretor do Diap, que já encaminhou tratativas com o gabinete de Paim, é que o senador peça à Mesa Diretora a retirada de seu projeto do pacote de arquivamento de Marinho.



Para Antônio Augusto de Queiroz, os detentores do poder “estão dando golpe atrás de golpe, como ocorre também com a Emenda 95, de congelamento do gasto público”. Ele recomenda uma ação mais eficaz do movimento sindical junto aos parlamentares, pedindo aos autores que cobrem da Mesa a garantia de tramitação dos seus projetos. Toninho conclui: “O deputado Marinho extrapola na dose do remédio amargo. O sindicalismo precisa reagir”.


FONTE: Repórter Sindical
leia também
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Enquete
Para você, quem ganha o carnaval de São Paulo ?

Acadêmicos do Tatuapé
nenhum voto - 0%

Império de Casa Verde
nenhum voto - 0%

Vai - Vai
nenhum voto - 0%

Mocidade Alegre
nenhum voto - 0%

facebook
twitter
© Copyright 2018 :: Todos os direitos reservados