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Postada em 28/09/2017 ás 07h41 - atualizada em 28/09/2017 ás 07h44
Supremo mantém aula de religião em escola pública
Seis ministros votaram para educador ter liberdade de pregar a fé e cinco votaram para impedir professor de promover crenças. Com decisão, todos os modelos de ensino continuam permitidos.
Supremo mantém aula de religião em escola pública

Folha de S.Paulo



Brasília - Por seis votos a cinco, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu ontem que os professores de escolas públicas podem pregar suas crenças na sala de aula.



Os ministros analisaram um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República).



Para a Procuradoria, o ensino religioso em escolas públicas só pode ser de "natureza não confessional", ou seja, sem vinculação a uma religião específica, com proibição de admissão de professores na qualidade de representantes das confissões religiosas.



A ação foi impetrada pela Procuradoria para discutir dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação sobre ensino religioso nas escolas públicas.



O objetivo era mudar a legislação atual.



O artigo 210 da Constituição diz que "o ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental


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